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Terapia na Web - 21/05/2018


    Mês passado a YouTuber e Digital Influencer Jout Jout  divulgou um vídeo sobre o livro “A Parte que Falta”, fazendo muito sucesso, não só pela sua própria apresentação, mas também pelo conteúdo do livro.     
    Porque será que esse livro chamou a atenção de tantas pessoas? Que parte que falta que é essa? Pensando sobre isso propomos hoje uma reflexão sobre a angústia. Afinal, o que é angústia? 
   Percebemos como a personagem Pedra se movia a procura de uma parte que dela faltava, e a sua busca demorou várias e várias páginas. Assim que ela encontra e encaixa a peça em si obtém uma felicidade muito grande. Porém, logo percebe que mesmo a encontrando e vivendo com ela, ainda não se sentiu satisfeita, por mais que estivesse “completa”.
    Fazendo um paralelo com a nossa vida, quantas vezes não nos movemos para alcançar um objetivo, seja um status social, algo material pela compra ou um cargo empresarial. Percebemos que as vezes, ou na maioria das vezes, é assim que nos movemos, por uma angústia ou insatisfação de querer algo.
    Mas quando alcançamos, será que não nos deparamos com uma situação igual ao personagem Pedra? Será que viver em busca de bens materiais é interessante, ou ainda, saudável? Obviamente obter conforto, ter sua casa própria, seu carro para se locomover são conquistas que nos dão estabilidade e tranquilidade. Porém, quando obtemos um bem material ou conquistas, às vezes nos sentimos insatisfeito e imediatamente passamos a desejar outra coisa a mais. Será que essas conquistas externas não trazem satisfação?  Será que as conquistas profissionais e materiais me são suficientes? Como podemos mudar essa perspectiva?
    De uma coisa temos certeza em meio às dúvidas, precisamos tomar muito cuidado em comprar coisas com o intuito de preencher os vazios. É compreensível que compramos e/ou comemos algo buscando uma satisfação, porém são satisfações imediatas, passageiras, caso não compreendamos o seu devido valor. Seria mais ou menos a explicação do ditado popular: “Dinheiro não traz/compra felicidade”.
    O dinheiro pode sim facilitar e aliviar muito de nossos sofrimentos, mas quando nos aliviamos através dele, a chance de não darmos valor para as coisas e continuarmos sentindo angústia apenas aumenta. Na maioria das vezes nos mostramos ricos materialmente, escondendo um sofrimento psíquico. Esse é um dos motivos para vermos comumente pessoas e famílias bem estabelecidas financeiramente com casos de depressão e suicídio, e nos indagamos: “mas ele tem tudo... porque está desse jeito?”.
    Então, antes de ter, não seria melhor ser? A partir do momento que somos, diminuímos drasticamente a possibilidade de perder a nossa evolução, em contrapartida os bens materiais, status e cargos profissionais são mais fáceis de serem perdidos. Por exemplo, uma pessoa que desenvolve a característica de resiliência, consegue passar por diversas dificuldades sem adoecer, já alguém que apenas possui o poder de compra, caso um dia ocorra um abalo financeiro, o seu emocional pode se comprometer grandemente.
    Como podemos nos satisfazer ou diminuir as angústias? Primeiramente é necessário entender o que desejamos, para depois conseguirmos nos organizar em busca dessas conquistas. Segundo, precisamos trabalhar a resiliência, pois nem todos nossos objetivos virão de maneira fácil ou conseguiremos alcançar. Terceiro, sermos gratos! Sempre agradecer o que temos no momento. Entenda que o agradecer é dar valor para a sua história de vida, para suas conquistas, e que isso não significa estacionar no processo de desenvolvimento pessoal, mas sim ter uma compreensão melhor do passado, e se fortalecer frente aos objetivos e dificuldades futuras.
    Muitas vezes sentimos um vazio ao alcançar certas coisas exatamente por não serem realmente elas que queremos. Nesses casos, podemos até saber o que queremos, mas decidimos acreditar que uma outra coisa será capaz de nos trazer a felicidade, seja por adequação social, pressão financeira, ou outros motivos. Um exemplo pessoal: sempre pensei que meu objetivo primordial fosse ter muito dinheiro, mas depois de um tempo percebi como minha relação com o dinheiro acontecia e como eu meu relacionava com sucesso profissional. A partir do momento que pude perceber isso, acalmei minhas angústias e comecei a trabalhar mais no meu aperfeiçoamento do que na busca desesperada por gerar mais dinheiro. Obviamente que ainda desejo o dinheiro, preciso me manter financeiramente para poder viver e continuar minhas especializações, exatamente para poder continuar a me desenvolver profissionalmente.
    Dessa maneira, dando uma “acalmada” na minha angústia de ser, comecei a ter mais foco e disciplina nos estudos e trabalho, e pude delimitar melhor os meus objetivos. Então, faço um convite. Pare e reflita: o que você realmente quer? Entenda que não é nada ruim comprar as coisas e almejá-las, mas é preciso tomar o devido cuidado para não se perder em um consumismo desenfreado em busca de um alívio para a angústia.
    Talvez você consiga ter um insight como o que eu tive. Reconheço que isso só foi possível pelos livros que lia e pela ajuda do meu psicólogo. Apresentarei em breve um vídeo no nosso canal do YouTube  que ajudará a sua reflexão nessa temática. Portanto, continue nos acompanhando, e  caso queira nos ouvir/ler abordando um tema específico, entre em contato.

Deseja entender um pouco mais sobre você também e precisa de ajuda? Confira nosso site de Atendimento Psicológico Online e venha falar com a gente.

Psicólogo Leonardo Garcia - (44) 99104 3500

Psicólogo Henrique Oliveira - (44) 99924 4408

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